domingo, 14 de junho de 2009

Toracocentese



porque associar métodos, é melhor que decorar palavras

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Não há tempo para a Gripe

Os meus gatafunhos por aqui já foram mais constantes. Tenho tentado afastar-me daqui da maquina: já funcionou melhor, já funcionou muito pior, mas não ando com paciência para a aturar. Cheguei à incrível marca de não a ligar uma única vez nas férias da Páscoa. Neste momento passou-me pela cabeça ler e escrever sobre a gripe suína, mas foi tudo na diagonal. E ah! Já me lembro, também gostava de saber melhor o que se passou há umas semanas com um piloto de aviões, ouvi falar em ataque cardíaco em pleno voo. Como acho que tudo correu da melhor forma, o caso pode esperar ! Pardon

Uma árvore é um pulmão: uma árvore no pulmão



Homem tinha árvore a crescer num pulmão

"Médicos acreditam que o paciente pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo.

Foi encontrada uma planta, com cinco centímetros a crescer dentro do pulmão de um paciente na Rússsia. O homem, Artyom Sidorkin, de 28 anos, consultou o médico porque tinha constantes dores no peito e tosse persistente com sangue.

Os médicos suspeitavam que o paciente tinha cancro nos pulmões. Surpreendentemente, quando os médicos estavam a operar Artyom, para retirar o suposto tumor maligno, verificaram que não se tratava de cancro mas sim de uma pequena árvore a crescer dentro do pulmão, segundo informa o sítio online do jornal espanhol “ABC”.

De acordo com o diário "Komsomolskaya Pravda", após a cirurgia, nos Montes Urais na Rússia ocidental, os médicos acreditam que Sidorkin pode ter inalado uma semente de abeto e que começou a crescer dentro do seu corpo.

O russo, quando confrontado com o relatório dos especialistas, nem queria acreditar. Pensou que “estava a delirar”, noticia o “Globo.com”, quando lhe disseram que tinha sido encontrada uma árvore num dos pulmões."

Texto e Imagem por: Jornal de Notícias a 14/o4/09

Boa Semana

Boa Semana de Queima. Lembrem-se, tudo é só um pretexto para mais uma semana de férias, que todos recebemos de bom grado. Aproveitem-na da melhor maneira, à Vossa!

sábado, 28 de março de 2009

Dia Mundial do Sono

Já passou. E por mim, passou mesmo despercebido. Podia calar-me, mas assumo aqui a falha. Aliás, como este ano o Dia Mundial do Sono calhou numa 6ª feira(a 20 deste mês) , devo mesmo ter contrariado tudo aquilo o que esse dia tenta lembrar, o que se prova pela hora deste post, exactamente uma semana depois.
Obviamente que a Associação Portuguesa do Sono assinalou o dia apresentado novas iniciativas e até renovou o seu site que merece uma visita cirúrgica uma vez que se pode assinar a sua newsletter, oportunidades de trabalho no estrangeiro, um teste de qualidade do sono e ainda links e vídeos(como o que se segue) de outras associações da área. Como desde o inicio do blog, o site da APSono tem residência fixa na coluna "Links Bypass".

terça-feira, 17 de março de 2009

XXX Congresso Português de Cardiologia


Realizar-se-à em Vilamoura, de 19 a 22 de Abril de 2009 com o lema “Portugal. Investigar para tratar”

ver mais aqui

2008 regista menos casos de Tuberculose

"Portugal registou em 2008 uma descida de sete por cento no número de casos de tuberculose, mas a taxa de incidência ainda continua acima da média da União Europeia, segundo dados da Direcção-Geral da Saúde.

Em 2008, foram diagnosticados 2.916 casos, incluindo casos novos (2.686) e retratamentos, dos quais 2.519 eram portugueses e 397 imigrantes, revelou em entrevista à agência Lusa o coordenador do Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose em Portugal, Fonseca Antunes.

Em 2007, tinham sido diagnosticados 3.158 casos desta doença.

Os homens continuam a ter uma frequência duas vezes superior à das mulheres: "Em cada três doentes, dois são homens", referiu Fonseca Antunes, que trabalha nesta área há duas décadas.

A propósito do Dia Mundial da Tuberculose, que se assinala a 24 de Março, Fonseca Antunes adiantou que a diminuição do número de casos se insere numa tendência que, na última década, se salda em menos 7,2 por cento ao ano.

No entanto, adiantou, a taxa de incidência em Portugal ainda é ligeiramente maior à média da União Europeia, que se situa nos 17 casos por 100 mil/habitantes.

Fonseca Antunes explicou que esta discrepância se deve ao facto de Portugal ainda estar a sofrer a influência de uma situação "bastante desfavorável" que teve até finais da década de 60 e que se reflectiu - dado o nível endémico de então - nas gerações posteriores, porque esta doença pode ter "décadas de latência ".

No entanto, a luta contra a tuberculose tem dado resultados positivos em Portugal. Os estudos epidemiológicos revelam que o risco de ser infectado por tuberculose reduziu para metade nos últimos 13 anos.

A idade mediana dos doentes situa-se entre os 35 e os 44 anos, mas a tendência é para ser "aliviada nos mais novos", sublinhou o responsável.

A distribuição geográfica é bastante assimétrica: seis distritos do Continente (Vila Real, Viana do castelo, Porto, Lisboa, Setúbal e Algarve) são áreas de incidência intermédia (acima de 20 por 100 mil habitantes), enquanto 12 distritos e as duas regiões autónomas são de baixa incidência.

As populações de maior risco de desenvolver a doença ou de ser infectadas são as que contactaram com a tuberculose, pessoas infectadas com o VIH (que representam 14 por cento dos doentes com tuberculose), estrangeiros oriundos de países de alta prevalência desta doença, os toxicodependentes e os reclusos.

Em todos estes grupos também se registou uma diminuição do número de casos: cerca de um terço em cinco anos.

Os jovens até aos 15 anos representam 2,1 por cento dos casos registados no ano passado - 58, contra 73 em 2004.

Fonseca Antunes salientou que este é um "indicador sentinela muito fiável", na medida em que as crianças são, por um lado, "muito vulneráveis", e, por outro, não têm comportamentos de risco: "elas são testemunho do que se passa na população geral".

A taxa de mortalidade por tuberculose, que está muitas vezes associada a outras patologias, situa-se nos 1,4 por cem mil habitantes, tendo descido para metade na última década.

Segundo Fonseca Antunes, Portugal continua a superar as metas de resultado propostas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o controlo da doença: a detecção de, pelo menos, 70 por cento dos casos contagiosos e a cura de 85 por cento desses casos.

Em Portugal, a detecção dos casos ronda os 90 por cento e o sucesso terapêutico ao fim de um ano os 87 por cento.

Apesar dos progressos, o responsável da luta contra a tuberculose frisou que os indicadores "não permitem abrandar as medidas de combate à doença, dado que o nível endémico é ainda considerável, particularmente nos grandes meios urbanos".

HN-Lusa